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Plano de Negócios: Táticas para criar um plano de sucesso

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O planejamento de negócios é a base para um empreendimento de sucesso.

Mas, entre a teoria e a prática, muita gente ainda pula essa lição básica e, em consequência, negócios acabam ficando pelo meio do caminho.

Afinal, sem um plano que dê conta de responder aos muitos desafios do dia a dia de uma empresa, fica difícil saber como agir.

Empreender sem um planejamento é como navegar em alto mar sem bússola e instrumentos de navegação.

Ou seja, o resultado só pode ser a perda de rumo e todas as suas consequências.

No Brasil, país em que o empreendedorismo por necessidade ainda é bastante presente, não são poucos os que têm problemas ao planejar suas atividades.

De acordo com a pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), em 2018, 37% das empresas brasileiras foram abertas como meio de subsistência.

Embora esse percentual represente redução, se comparado com 2017, ele ainda é relativamente alto.

Para não cair nas armadilhas de um negócio tocado na base do improviso, o ideal é investir em planejamento.

Esse é o tema deste artigo. E você é nosso convidado para continuar em sua leitura até o final.

Se desejar, navegue pelos seguintes tópicos:

  • O que é planejamento de negócios?
  • Qual a importância de um planejamento de negócio?
  • Modelos de plano de negócios
  • Principais seções de um plano de negócios
  • 10 passos para elaborar o planejamento de negócios da sua empresa
    • Sumário executivo
    • Análise de mercado
    • Plano de marketing
    • Custo-benefício
    • Qualidade
    • Plano operacional
    • Plano financeiro
    • Análise de fornecedores
    • Análise de cenários
    • Revisão do plano de negócios
  • Dicas para fazer um bom plano financeiro e operacional.

Aproveite, pois essas informações podem fazer a diferença em seus negócios.

Boa leitura!

plano de negocios o que é
Planejar é algo fundamental em um negócio por uma série de fatores

O que é planejamento de negócios?

Basicamente, o planejamento de negócios serve como documento descritivo das metas e objetivos de uma empresa.

Também é por meio dele que são previstas as ações indispensáveis para o cumprimento do que foi definido.

A primeira vantagem disso é a diminuição das incertezas.

Por isso, voltamos à comparação com a navegação.

No mar, se não há instrumentos para direcionar uma embarcação, fatalmente, ela ficará à deriva, ou seja, navegando sem rumo.

Já no “oceano” dos negócios, é muito fácil acontecer algo parecido quando não se conta com mecanismos e ferramentas que ajudem a orientar decisões.

Uma ideia, por melhor que seja, não pode sair do papel sem cumprir com uma série de exigências e ter a sua viabilidade testada.

Portanto, é no plano de negócios que muitas respostas são conhecidas antes de dar vida ao projeto imaginado.

plano de negocios qual importancia de um planejamento
É importante ter um plano inclusive para apresentar a interessados, acionistas e o mercado em geral

Qual a importância de um planejamento de negócio?

Um planejamento de negócios representa uma etapa obrigatória antes de começar uma empresa.

E se você já toca um negócio e ainda não tem um plano detalhado para ele, ainda dá tempo de montar o seu.

Isso porque o instrumento serve como um guia para orientar o empreendedor e sua equipe.

Por ele, estarão definidos missão, visão, valores, metas e estratégias.

O planejamento serve, ainda, como referência em relação à captação de recursos.

Afinal, toda empresa precisa de dinheiro para nascer, sobreviver e crescer – seja através de capital próprio ou de terceiros.

E se for para buscar recursos no mercado, adivinhe só o que não pode faltar? Se respondeu planejamento, acertou.

Não menos importante, com o plano, uma ideia muito boa na teoria pode ser de fato testada.

Sendo assim, ele é a primeira oportunidade que você terá para refletir sobre as reais chances de um projeto dar certo.

Na prática, pode confirmar ou não se aquela ideia inovadora é mesmo promissora.

Por isso, tem como função ser um validador de negócios, servindo para balizar decisões.

Se o plano indica que o conceito tem chances de ser aplicado, então, o novo projeto poderá ser iniciado.

Do contrário, deverão ser feitos ajustes até que a ideia seja viável. Ou, em casos mais extremos, a desistência poderá ser a única alternativa.

Dessa forma, o planejamento é muito útil para reduzir os riscos a serem enfrentados.

É nele que o empreendedor pode avaliar a viabilidade do negócio que tem em mente e ainda definir o que fazer contra possíveis ameaças, sejam elas externas e internas.

Também pode analisar o mercado e clientes em potencial, o que é indispensável para direcionar os investimentos.

Finalmente, o planejamento de negócios é uma ferramenta de apoio à gestão dinâmica.

Assim, com o tempo, deve ser ajustado conforme os novos desafios que venham a surgir na condução de uma empresa.

plano de negocios modelos
Modelos de planos de negócio não faltam; realmente não há desculpas

Modelos de plano de negócios

Cada negócio enfrenta desafios, obstáculos distintos, bem como apresenta necessidades únicas.

A partir disso, a criação de um planejamento deverá ser pautada pelas particularidades do negócio em questão.

Por outro lado, há questões elementares, comuns a todas as empresas.

Sendo assim, elas devem ser respondidas no plano.

Com a internet, o que não falta são modelos prontos e que podem, com as devidas adaptações, servirem a diversos propósitos.

O Sebrae-MG, por exemplo, tem até um software para auxiliar na montagem de um plano de negócios completo.

Outro modelo interessante é o do Meu Negócio UOL, disponível para download em PDF.

Uma boa ideia pode ser adotar modelos como base e, a partir deles, construir um planejamento de negócios único, atendendo às necessidades da sua empresa.

Além dos modelos que citamos, não deixe de conferir, no próximo tópico, quais são as seções que não podem ficar de fora do documento.

plano de negocios principais seçoes de um
Empresas tem atuações, objetivos e faturamentos diferentes. O plano de negócios também não precisa ser igual

Principais seções de um plano de negócios

Como já destacado, um planejamento deve conter uma estrutura padrão, a partir da qual os principais tópicos relativos à parte estratégica e operacional serão contemplados em forma de seções.

As principais delas são:

  • Conceito do negócio
  • Produtos e serviços
  • Equipe de gestão
  • Mercado e competidores
  • Marketing e vendas
  • Estrutura e operações
  • Finanças
  • Sumário Executivo
  • Estratégia de crescimento.

Essa é apenas uma sugestão, entre tantas que poderíamos destacar.

Lembre-se: um plano de negócios é algo bastante maleável.

Dito isso, veremos nos próximos tópicos como elaborar um planejamento em um passo a passo em 10 etapas.

plano de negocios 10 passos para elaborar planejamento da sua empresa
Apesar de todo plano ser diferente, alguns pontos não podem faltar

10 passos para elaborar o planejamento de negócios da sua empresa

Se é verdade que um planejamento de negócios não segue uma receita de bolo, cada caso pede uma abordagem exclusiva, dependendo do segmento de atuação, setor e outras particularidades.

Isso não quer dizer, por outro lado, que não existam aspectos em comum a toda empresa.

Esse é, em essência, o plano de negócios propriamente dito.

Com ele, a empresa terá respostas para lidar com desafios e obstáculos comuns, além daqueles peculiares ao segmento de atuação, relacionados aos contextos interno e externo.

Esteja certo de que, cedo ou tarde, você precisará desse apoio.

Vamos então às 10 etapas básicas para um planejamento campeão.

Sumário executivo

Assim como um livro é precedido de um índice, um plano de negócios tem como referência inicial o sumário executivo.

É nele que se encontram todos os tópicos abordados, funcionando como um guia.

Trata-se de uma seção importantíssima. Se bem elaborado, pode aumentar o interesse do leitor em prosseguir na sua leitura.

Do contrário, o plano de negócios será ignorado caso seja apresentado para um investidor, por exemplo.

Resumidamente, é função do sumário executivo servir como um guia para avaliação rápida do negócio.

Também serve para sintetizar o plano, expondo-o em tópicos menores.

Aqui, vale um alerta: o sumário executivo, por resumir todo o plano de negócios, deve ser elaborado por último.

Também considere que elaborar sumários executivos direcionados em diferentes versões do plano de negócios ajuda a aumentar o interesse de que o lê.

Por isso, é recomendável fazer um que seja orientado para investidores, outro para sócios, fornecedores, parceiros e por aí vai.

Análise de mercado

Se gerir um negócio é como navegar, então, a análise de mercado serve como um “mapa” sobre o que será encontrado em alto mar.

É por meio dessa seção que o empreendedor vai conhecer e detalhar o cenário para o qual está se lançando.

Clientes, fornecedores e concorrentes devem ser identificados nesta fase, portanto.

Será a partir da análise que a empresa deverá elaborar o seu plano de marketing.

Ela é constituída, basicamente, de cinco etapas:

  • De clientes: para conhecer quem comprará os produtos/serviços oferecidos
  • De fornecedores: para identificar quem fornecerá insumos, produtos ou matérias-primas
  • De concorrentes: para reconhecer quem são os concorrentes diretos e indiretos, seus pontos fortes, fracos e como superá-los
  • Do setor: sobre o setor em que a empresa está inserida e suas perspectivas de crescimento
  • Do segmento de mercado: para saber em que nichos de mercado a empresa deverá atuar.

Plano de marketing

Concluída a análise de mercado, já temos os elementos para elaborar um plano fundamental, o de marketing.

Será por ele que a empresa definirá qual o seu marketing mix e identificará quais são os seus 5 Ps:

  • Produto: o que será vendido e seus diferenciais
  • Preço: o valor final, considerando fatores internos e externos
  • Praça: o local ou locais nos quais a empresa vai atuar
  • Promoção: de que forma a empresa divulgará e promoverá suas mercadorias/serviços
  • Pessoas: como a empresa atenderá clientes, colaboradores e stakeholders (todos os interessados nela).

No plano de marketing, a empresa também deverá definir oferta de valor, segmento de clientes, canais de distribuição, recursos, relacionamento, receitas e custos e atividades chave.

Em seguida, é hora de avançar para o detalhamento da parte de custos, traçando os investimentos a serem feitos em marketing.

Marketing digital, outbound marketing, marketing direto…Afinal, onde e como investir?

Por último, deve constar no plano de marketing a previsão de receitas e despesas das vendas.

Um ponto de partida para encontrar seus números se dá justamente na fase anterior, a de análise do mercado.

Afinal, os resultados anteriores de outras empresas (se houver dados disponíveis) são um bom parâmetro a seguir.

Custo-benefício

A análise da relação custo-benefício tem como objetivo antecipar os resultados para as diversas situações nas quais a empresa poderá estar envolvida.

Essa é uma ferramenta bastante útil no sentido de minimizar riscos, servindo para balizar decisões.

Ela consiste em definir:

  • Eventuais cenários em que a empresa poderá se envolver
  • Os objetivos em questão para cada um deles
  • As alternativas disponíveis
  • Custos e benefícios implicados em cada uma dessas alternativas
  • O custo-benefício conforme a decisão tomada.

Qualidade

Estipular padrões de qualidade é muito importante.

Sem esse parâmetro, a empresa acabará sendo mais uma na multidão.

Assim sendo, seus produtos/serviços deverão ser disponibilizados ao consumidor final apenas se estiverem em conformidade com um padrão mínimo de qualidade.

Para produtos, essa qualidade estará diretamente relacionada com a das matérias-primas e insumos usados na sua fabricação.

Já nos serviços, qualidade é sinônimo de bom atendimento, além da técnica aplicada em cada prestação.

Plano Operacional

Já o plano operacional é a parte do planejamento de negócios que cuida da ação.

Será através dele que a empresa vai organizar todos os seus processos produtivos até a chegada dos produtos/serviços às mãos dos clientes.

Nele, são definidas as tarefas que cada um deverá desempenhar para que o ciclo operacional se complete.

Uma boa ferramenta para ajudar em sua elaboração é a chamada 5W2H.

Não sabe como ela funciona? Basicamente, você deve responder às seguintes questões:

  • What (O quê): o que deve ser feito?
  • When (Quando): a tarefa deve ser feita imediatamente ou no futuro?
  • Who (Quem): quem será o responsável por executá-la?
  • Why (Por quê): por que essa atividade deve ser feita?
  • Where (Onde): onde deverá ser realizada?
  • How much (Quanto): qual o custo operacional orçado?
  • How (Como): de que forma a atividade será realizada?
plano de negocios financeiro
Deixar de lado o financeiro é o primeiro passo para o fracasso de um negócio

Plano Financeiro

Um dos principais motivos apontados pelo Sebrae para a mortalidade precoce de empresas brasileiras é a falta de acompanhamento da parte financeira.

É o que diz o estudo “Sobrevivência das Empresas no Brasil” na página 53.

Portanto, todo o cuidado é pouco para garantir a manutenção da empresa e a sua saúde financeira.

Nessa parte, deverão ser definidos:

  • Investimentos iniciais – quanto será necessário para começar e se sustentar até o negócio gerar lucro
  • Estimativas de receitas e despesas
  • Análise de indicadores de viabilidade, como EBITDA, ROI e Payback.

Análise de Fornecedores

Como vimos, a oferta de produtos e serviços depende diretamente da qualidade dos insumos e mercadorias dos fornecedores.

Nesse sentido, o plano de negócios deve também contemplar o planejamento voltado à gestão do fornecimento.

Ele consiste, basicamente, em identificar os seguintes aspectos:

  • Preço: quanto menor, maior será a margem de contribuição dos produtos
  • Localização: fornecedores bem localizados têm sempre vantagem, pois pode oferecer soluções ágeis às suas demandas
  • Forma e prazos de pagamento: o fornecedor aceitará duplicatas? Só trabalha com pagamento à vista? A forma de pagamento tem grande peso nos lucros
  • Disponibilidade: ele só trabalha em dias úteis ou está disponível 24 horas? Dependendo da demanda, pode ser interessante um fornecedor sempre disponível
  • Quantidade mínima por compra: há aqueles que trabalham com lotes mínimos, portanto, tenha em vista suas projeções de vendas ao tratar desse aspecto.

Análise de Cenários

Embora na etapa de avaliação do custo-benefício já seja contemplada a análise de cenários, nada impede a empresa de se aprofundar ainda mais nessa questão.

Aqui, serão elaboradas estratégias variadas, considerando diferentes situações em cenários hipotéticos.

Para isso, existem ferramentas que servem exclusivamente para antecipar riscos e medidas a serem adotadas.

Algumas delas são:

plano de negocios SWOT
Saber se autoavaliar é fundamental para o sucesso, especialmente saber quais são suas fraquezas e forças

SWOT

A matriz SWOT tem uma infinidade de aplicações no contexto empresarial.

Ela pode servir, inclusive, como ferramenta para prever cenários e seus riscos, ajudando a definir as medidas a serem adotadas.

As duas primeiras letras S e W, têm a ver com questões internas da empresa, enquanto O e T se relacionam com o contexto externo.

Dessa forma, temos:

  • S (Strength, Forças): relacionadas ao contexto interno, ou seja, que forças e vantagens competitivas a empresa tem
  • W (Weakness, Fraquezas): as fraquezas e pontos em que a empresa precisa melhorar
  • O (Opportunities, Oportunidades): as oportunidades que o mercado e/ou a concorrência oferecem
  • T (Threats, Ameaças): os riscos e fatores que podem comprometer as atividades da empresa em curto, médio e longo prazo.

5 Forças de Porter

Outra ótima ferramenta para analisar cenários é a chamada 5 Forças de Porter.

De forma resumida, ela consiste em identificar:

  • O poder de negociação dos concorrentes
  • A ameaça de produtos substitutos
  • A rivalidade entre os concorrentes
  • A ameaça de novos concorrentes
  • O poder de negociação dos clientes.

Análise PESTEL

Por sua vez, a Análise PESTEL serve para medir o nível de confiança ou riscos conforme seis fatores.

São eles

  • Político: o governo é estável? Tem legitimidade? Oferece garantias?
  • Econômicos: a economia é sólida? As taxas de juros são atrativas?
  • Sociais: a mão de obra é qualificada? A população apresenta bons índices demográficos?
  • Tecnológicos: a infraestrutura é adequada? A cidade/estado/país tem tecnologia de ponta?
  • Ecológicos: o clima é favorável? As leis sanitárias e ambientais são muito rígidas?
  • Legais: as leis são cumpridas? A corrupção é combatida? As autoridades são confiáveis?

Revisão do plano de negócios

Um planejamento também está sujeito a falhas como todo componente de um negócio.

Por isso, a tarefa do empreendedor não acaba quando ele dá o plano por finalizado.

Depois de concluído, é hora de revisá-lo para identificar possíveis lacunas.

Pode ser, por exemplo, que sejam necessários ajustes no plano de marketing, financeiro ou operacional.

Se for preciso, até mais de uma revisão deve ser feita.

Quanto mais detalhado for o plano, mais cuidadosa a revisão.

plano de negocios dicas para fazer um bom financeiro operacional
Relatórios e análises precisam ser constantes, ainda mais em um mundo cada vez mais volátil

Dicas para fazer um bom plano financeiro e operacional

Como vimos, o planejamento financeiro e operacional são da maior importância.

Afinal, eles darão a sustentação necessária para a empresa se manter ativa.

Por isso, na parte financeira, não se pode descuidar de aspectos elementares, como capital de giro e fluxo de caixa.

Sem esses dois, não há negócio que se mantenha saudável financeiramente.

Já na parte operacional, o cuidado maior recai sobre o estoque e sua relação com os setores de vendas e compras.

Assim, um controle de estoque eficaz é a garantia de que a empresa terá sempre mercadorias em condições de venda, evitando o desabastecimento.

Tanto no aspecto financeiro quanto operacional, há, basicamente, dois caminhos que o gestor deve adotar: se juntar a profissionais especializados e aproveitar o que a tecnologia oferece de melhor.

Ao prever no seu planejamento de negócios o apoio de um contador e também um sistema ERP para qualificar a gestão, você já dá passos importantes em direção ao sucesso.

Conclusão

Não é fácil tocar uma empresa, se considerarmos tudo aquilo que deve ser planejado antes mesmo da sua criação.

De fato, empreender é um processo trabalhoso, mas, ao mesmo tempo, altamente gratificante para quem faz do jeito certo.

Para isso, o primeiro passo é montar e aplicar o planejamento de negócios.

E você, está pensando em empreender?

Se a resposta é afirmativa, não deixe de seguir as dicas e orientações deste artigo.

E para ir além, dê uma olhada no site da Fundação Instituto de Administração (FIA) para se qualificar para essa tarefa.

Entre as opções para sua formação, está o curso de extensão Elaboração de Plano de Negócios.

Visite o site da FIA para saber mais e conhecer outros cursos.

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Se restou alguma dúvida, deixe um comentário abaixo ou faça contato conosco.

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