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Educação Ambiental: O que é, Conceitos e Significado

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A educação ambiental tem o poder de transformar o mundo.

Com a missão de promover a conexão entre as pessoas e a natureza, despertando a percepção dos temas que impactam o ambiente, ela estimula a tomada de ações com foco na preservação e na sustentabilidade.

Se você ainda não domina o conceito, seu significado e o que está por trás dele, este artigo se propõe a ser uma completa fonte de informação.

E é importante que você esteja atento, especialmente, para o seu papel nessa jornada, que começa hoje mas impacta as próximas gerações.

Confirmando a relevância do tema para o futuro da humanidade, em setembro de 2018, o Secretário Geral das Nações Unidas, António Guterres, lançou uma estratégia que busca envolver quase 2 bilhões de jovens para promover um mundo justo e sustentável por meio da educação ambiental.

Esse esforço objetiva preparar os tomadores de decisão do futuro para a saúde do planeta.

Outra iniciativa que deve ser mencionada é empreendida pela Fundação para a Educação Ambiental.

A entidade apresenta a proposta de engajamento dos jovens na proteção do meio ambiente, o que se dá por meio da oportunidade de trabalhar na solução dos desafios ecológicos.

O projeto que se iniciou na Europa, em 1992, hoje conta com mais de 52 mil escolas e 20 milhões de alunos em todo o mundo.

Entretanto, a educação ambiental não é somente voltada aos indivíduos na aurora da vida, mas direcionada às pessoas de todas as idades.

Ela não acontece somente nas salas de aula ou em ambientes acadêmicos, como talvez a sua definição possa sugerir.

A educação ambiental tem espaço em todos os locais onde se possa extrair e comunicar conhecimento relevante para a preservação e conservação do meio ambiente de forma sustentável.

Válida para qualquer país ou cultura, a matéria tem sido foco de debates e objeto de interesse por todas as classes sociais.

Você consegue perceber o impacto da educação ambiental nos diversos aspectos da vida das pessoas?

Se essa é a sua visão ou mesmo se você possui entendimento contrário, não deixe de ler este artigo até a última linha.

Você vai entender a partir desta leitura a necessidade da ação de cada um no processo.

Confira os tópicos que vamos abordar a partir de agora:

  • Quais são os objetivos da Educação Ambiental?
  • Qual a importância da Educação Ambiental?
  • Educação Ambiental e Desenvolvimento Social
  • Educação Ambiental no Brasil
  • Vertentes da Educação Ambiental
  • Projetos de Educação Ambiental
  • Educação Ambiental nas empresas
  • Problemas na Educação Ambiental: Social, Político e Econômico

Boa leitura!

Quais são os objetivos da Educação Ambiental?

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O desenvolvimento de uma nova consciência.

Em sentido abrangente, o termo educação ambiental define a forma como são transmitidos entre as gerações os valores, costumes e hábitos no manejo eficiente dos elementos que rodeiam ou envolvem os seres vivos.

Com base nessa definição, o tema se completa pela percepção da necessidade de estabelecimento de um processo continuado e de criação e comunicação de conhecimento.

Tudo isso para que se possa promover o surgimento de sociedades mais justas e ecologicamente equilibradas.

O objetivo principal da educação ambiental é desenvolver uma perspectiva de ação holística relacionando o homem à natureza.

Para isso, leva em consideração que os recursos naturais são limitados e que o principal responsável pela degradação é o ser humano.

No entanto, apesar de ser um tema relativamente controverso, não existe nenhuma sociedade no mundo que não promova algum tipo de agressão ambiental.

E ainda que haja relação direta entre o progresso e o consumo dos bens naturais, o baixo desenvolvimento não elimina os efeitos da intervenção humana no meio ambiente.

Mesmo as atividades agrícolas, inclusive das mais primitivas tribos indígenas no meio da floresta, promovem pelas suas mudanças no curso da natureza.

Os objetivos da educação ambiental, portanto, não estão relacionados à improvável supressão do efeito do homem sobre o meio, mas na busca da harmonia de suas ações com o ecossistema.

Para tanto, ela trabalha com as seguintes metas:

  • Promoção da conscientização e da sensibilidade ao meio ambiente
  • Desenvolvimento do conhecimento e da compreensão dos problemas ambientais
  • Motivação para ações de melhoria e manutenção da qualidade ambiental
  • Engajamento nas atividades que levem à resolução dos problemas ambientais.

Importante dizer ainda que a educação ambiental não defende um ponto de vista particular.

Ela ensina os indivíduos sobre como avaliar os diversos aspectos envolvidos na resolução de um problema e a buscar a melhor solução possível dentro do contexto existente.

Qual a importância da Educação Ambiental?

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Temos uma razão para estar vivos! Podemos subtrair-nos à ignorância. (Bach)

Como no exemplo de Fernão Capelo Gaivota, a missão de aprender e ensinar nos torna livres, nos faz voar mais alto.

Olhando por essa perspectiva, a importância da educação ambiental, ao desenvolver e compartilhar conhecimento, se faz perceber nas diversas faces da relação do ser humano com o meio ambiente.

Ela é essencial para resgatar nas pessoas o sentimento de pertencer à natureza.

Esse resgate é necessário porque o desenvolvimento socioeconômico provoca o distanciamento do homem de suas origens.

E isso cria um espaço vazio e o não reconhecimento que os efeitos das agressões à natureza irão inevitavelmente o afetar também.

A educação ambiental é fundamental para o entendimento de que os bens fornecidos pelo meio ambiente são recursos de valor, por serem finitos e indispensáveis à vida.

Tal compreensão é fundamental, já que o desconhecimento do custo representado pela utilização dos recursos naturais motiva o consumo inconsequente.

A educação ambiental ainda é relevante para a definição dos problemas provocados pela ação humana no meio ambiente.

Esse esforço é promovido a partir do desenvolvimento de habilidades para a análise crítica, que gera, por sua vez, ações preventivas e mitigação de riscos.

E, finalmente, a educação ambiental é fundamental para entender de forma sistêmica todos atores que afetam e são afetados pela natureza.

O entendimento da interdependência das variáveis ligadas aos aspectos sociais, econômicos e ambientais permite melhor qualidade na tomada de decisões para a prevenção e para a solução de problemas.

Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável

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Existe caminhos viáveis para o bem-estar e a preservação.

Existe caminhos viáveis para o bem-estar e a preservação.

Para a correta compreensão da relação entre a educação ambiental e o desenvolvimento sustentável, é importante esclarecer o tema em seu percurso na história.

Ainda que ligado às questões de preservação da natureza, o universo da ecologia não foi o berço do surgimento da educação ambiental.

A primeira menção ao tema surgiu em uma conferência para educadores, em 1965, na Universidade de Keele, na Grã-Bretanha.

Em 1968, em Leicester, ainda na Grã-Bretanha, foi fundada a Sociedade para a Educação Ambiental.

Ela surgiu com o propósito de definir um programa para a formação de cidadãos com conhecimentos relacionados ao ambiente e aos problemas associados à ação humana.

O motivo preponderante da demanda por ação era a percepção da existência de limites para o desenvolvimento no seu impacto com a natureza.

Durante a Conferência de Estocolmo, em 1972, surgiu a primeira proposta global para o tema educação ambiental.

O evento marcou o início de um processo de formação de pessoas pelo mundo com uma visão direcionada para as discussões do meio ambiente.

Como resposta às recomendações de Estocolmo, em 1975, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) promoveu o Encontro Internacional de Educação Ambiental, em Belgrado, na Sérvia.

No evento, foi publicada a Carta de Belgrado, o primeiro e um dos mais importantes documentos sobre a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável.

O texto propõe a adoção de uma nova ética para a sociedade mundial, com o compromisso não somente da proteção à natureza, mas também do combate à fome, à miséria, ao analfabetismo, à poluição e à exploração do homem pelo homem.

Naquele momento, as questões relacionadas aos aspectos sociais e desenvolvimentistas passaram a fazer parte integral do contexto, junto com as questões ambientais.

Dois anos depois, em 1977, mais de 300 representantes de 104 países se reuniram em Tbilisi, na Geórgia, para a definição dos objetivos, funções, estratégias, características, princípios e recomendações que regem a educação ambiental no mundo até os dias atuais.

A Declaração de Tbilisi é o primeiro instrumento que define políticas governamentais para a educação ambiental.

A partir desse momento histórico, a educação ambiental passou a ser considerada como um projeto transformador, crítico e também político.

Até então, a via única nas práticas públicas regulatórias era a da preservação ambiental independente do custo social que poderia representar.

Foram os governos dos países em desenvolvimento que chamaram a atenção para a necessidade de se considerar o equilíbrio entre a preservação do ambiente e as demandas sociais.

Entretanto, foi somente na Conferência da Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, em 1992, que se consolidou de fato a ideia da inclusão do tema desenvolvimento sustentável.

Com a participação de 170 países, o evento buscou definir medidas para o equilíbrio entre o crescimento e a preservação da natureza.

O principal documento gerado neste encontro foi a Agenda 21, um programa de ações que busca a conciliação entre a proteção ambiental, a justiça social e a eficiência econômica.

No seu Capítulo 36, ele propõe a promoção do ensino, da conscientização e do treinamento como um esforço global para fortalecer atitudes, valores e ações que sejam ambientalmente saudáveis e que apoiem o desenvolvimento sustentável.

A ECO 92, como a conferência passou a ser chamada, define o momento no qual a educação ambiental ganha maior importância como instrumento para a transformação da sociedade.

Educação Ambiental no Brasil

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Não somos coadjuvantes, estamos entre os atores principais.

Elaborado pelos representantes da sociedade civil global durante a Rio 92, o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global é um dos principais fundamentos da estrutura da educação ambiental no Brasil.

Ele apresentou a necessidade de mudança do pensamento desenvolvimentista para o foco na criação de uma sociedade sustentável, construída a partir da democracia, em modelos que permitam a participação da população.

Em 1997, foi aprovada a Declaração de Brasília para a Educação Ambiental durante a I Conferência Nacional de Educação Ambiental.

Esse documento relacionou os princípios e recomendações da Carta de Belgrado, de Tbilisi e da Agenda 21 da Rio 92.

Contudo, a Política Nacional de Educação Ambiental somente veio a ser estabelecida em abril de 1999 pela Lei nº 9.795, que definiu as diretrizes a serem adotadas pelas administrações públicas, servindo de padrão a ser seguido.

O entendimento legal da matéria é definido no artigo 1º:

“Entendem-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltados para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à qualidade de vida e sua sustentabilidade”.

Merece destaque o fato de que essa lei regulamentou o artigo 225 da Constituição Federal, que, em seu inciso VI, determina que a “Administração Pública deverá promover a Educação Ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente”.

Conhecido na doutrina como Princípio da Educação Ambiental, esse conceito jurídico busca nortear os objetivos específicos sobre o tema, ressaltando a importância da educação ambiental para as escolas e para o país como um todo.

O Brasil foi o primeiro país da América Latina a estabelecer a educação ambiental como ferramenta efetiva de ação para a busca de padrões de sociedade sustentáveis.

Vertentes da Educação Ambiental

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As próximas gerações herdarão o produto dos nossos hábitos.

Existem duas vertentes principais na educação ambiental: conservadora e crítica.

A conservadora é a mais consolidada. Ela possui um conceito melhor definido e simplifica o tema reduzindo-o à necessidade de intervenções pontuais.

Parte da tese que, por meio da disseminação de princípios ecológicos gerais, se poderá conquistar mudanças comportamentais.

Por não se envolver no questionamento aprofundado das raízes dos problemas observados, não tem como proposta o entendimento das causas, mas a atuação sobre os efeitos.

Com o propósito de facilitar a comunicação, a vertente conservadora fragmenta o conhecimento em disciplinas de fronteiras conhecidas.

Recomenda a transmissão das informações por meio de métodos tradicionais, com foco no conteúdo e sem abordagem continuada.

Pode ser observada por meio dos inúmeros projetos de coleta seletiva de lixo, plantio de mudas de árvores, da realização de semanas do meio-ambiente, entre outras ações de médio e curto prazo.

Já a educação ambiental crítica oferece uma alternativa mais atuante e transformadora.

Ela é fruto da percepção da sociedade quanto à necessidade de ações efetivas para o enfrentamento de crises ambientais do mundo moderno.

Não possui um conceito definido e compartilhado, nem mesmo uma única forma de se trabalhar.

Requer reflexões interdisciplinares para a compreensão dos problemas e a tomada de ações.

Os projetos não são considerados como ponto de chegada, mas como ponto de partida, com o objetivo de criar mudanças e consolidar práticas.

A partir da profunda compreensão dos problemas, a vertente crítica busca desenvolver soluções que incluam pontos de vista múltiplos.

No lugar da coleta seletiva, estimula o consumo consciente.

Em vez do plantio de mudas, incentiva a gestão de hortas comunitárias.

Já no lugar de semana do meio ambiente, propõe a mudança no estilo de vida das pessoas.

Projetos de Educação Ambiental

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A estrutura mínima de informações necessária.

Os projetos de educação ambiental podem ser criados com três propósitos distintos:

  1. Solucionar um desafio ambiental existente
  2. Prevenir um potencial risco
  3. Buscar melhorar um aspecto específico do meio-ambiente.

Eles devem estar inseridos no contexto ao qual serão aplicados.

Não podem ser fruto de iniciativas alheias à realidade do local das intervenções, ou produto de programas estruturados sem a participação dos atores envolvidos.

É de fundamental importância entender que os projetos de educação ambiental não objetivam resultados imediatos.

A finalidade é de, por meio de ações continuadas e de longo prazo, promover mudanças de hábitos, o desenvolvimento de habilidades e a consolidação de práticas sustentáveis.

A estruturação do projeto deve contemplar a definição de seis questões básicas e fundamentais:

  1. Quem são as pessoas que estarão envolvidas no projeto?
  2. Quais são os objetivos do projeto?
  3. Quais são os motivos que justificam o projeto?
  4. Como será conduzido e avaliado o seu resultado?
  5. Quando será realizado?
  6. Qual o custo do projeto?

Embora nem sempre seja possível dar uma resposta precisa para todas essas questões, o levantamento das informações no início do projeto permitirá uma melhor gestão.

Os projetos mais aderentes à vertente crítica da educação ambiental, provavelmente, vão trabalhar nesses pontos com uma abordagem flexível e adaptativa, na medida da sua evolução.

Educação Ambiental nas empresas

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O poder econômico como motor para transformações.

Incluídas na lei que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, as empresas também têm sua parcela de responsabilidade no processo.

A elas, cabe a promoção de programas voltados à qualificação de seus colaboradores, com o objetivo de melhorar o ambiente de trabalho e controlar as suas repercussões sobre a natureza.

Entretanto, esse fundamento legal, fortemente ligado à vertente conservadora, não é o bastante para a mudança de atitude e a criação de consciência ambiental nas pessoas.

Existem empresas que excedem ao propósito da lei, favorecendo o desenvolvimento de massa crítica entre os colaboradores, a melhoria contínua do ambiente de trabalho e a sustentabilidade não só na cadeia de valor como na comunidade em que atuam.

Elas trabalham na educação ambiental como elementos de transformação e lideram pelo exemplo.

Confira alguns cases interessantes:

  • A rede de hotéis Accor, com 180.000 funcionários no mundo, ensina no primeiro dia de trabalho de cada novo colaborador como ações relacionadas à sustentabilidade devem ser incorporadas às rotinas
  • Desde 2006, a Natura promove uma ação educativa com mais de 400 famílias responsáveis pela extração de óleo para a fabricação dos produtos da linha Ekos, com o objetivo de eliminar a prática das queimadas.
  • A Fibria, maior produtora mundial de celulose de eucalipto, mantém desde 2004 o Núcleo de Educação Ambiental (NEA) em sua unidade de Jacareí (SP). Nele, promove ações de consciência ambiental, com a participação direta da comunidade, capacitando multiplicadores ambientais na melhoria da qualidade de vida.

Esses são apenas alguns exemplos que se destacam.

Poderíamos citar ainda outras iniciativas de empresas, como Elektro, Aperam, Sabin, Boticário, Basf, HP, Siemens e L’Oréal.

Mesmo diante de adversidades, elas estão investindo, acreditando e promovendo mudanças para um mundo melhor.

Problemas na Educação Ambiental: Social, Político e Econômico

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Somos todos responsáveis pelo meio em que vivemos.

Os problemas na educação ambiental são muitos, em boa parte fundamentados na falta de informação existente, a qual inibe a consolidação de atitudes e a participação das pessoas.

O envolvimento por parte da população ainda é muito baixo.

Isso se revela de forma contundente quando analisamos certos problemas que assolam centros urbanos em quase todo o mundo.

A falta da consciência ecológica é refletida nos problemas relacionados à gestão do lixo, à poluição das águas e do ar, ao consumo excessivo e ao desmatamento, por exemplo.

Também há o componente da vontade política para o enfrentamento às questões essenciais da educação ambiental, até mesmo porque certas medidas de prevenção podem afetar o sentimento de conforto de algumas pessoas ou grupos.

Em muitos países, mesmo entre os mais desenvolvidos, as demandas por políticas focadas no desenvolvimento e na geração de riqueza são priorizadas, enquanto que as propostas ligadas às questões ambientais acabam em segundo plano.

Mas é preciso entender que, no mundo, de forma geral, a riqueza é distribuída de forma desigual.

Assim, as necessidades básicas de um grupo muito grande de pessoas ainda não são atendidas, sendo difícil dar valor economicamente sustentável para a educação ambiental.

Por fim, apesar de todas as iniciativas e programas existentes, o mundo está se mostra carente de um modelo claro, consolidado e viável que possa promover o tema da educação ambiental como prioridade.

Conclusão

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O acaso favorece as mentes preparadas (Pasteur)

Este artigo apresentou o tema educação ambiental em seus detalhes, definições e importância.

Trouxe ainda uma visão histórica da matéria, o amparo regulatório e a sua ligação com o desenvolvimento sustentável.

Por acreditar em um mundo mais justo e equilibrado em harmonia como meio ambiente, diversos atores estão trabalhando ativamente para a consolidação do conceito.

Empresas, governos e sociedade, operando de forma independente ou em conjunto, vêm criando e comunicando soluções em um ritmo cada vez mais acelerado.

Também novas tecnologias e métodos estão sendo criados em todo o mundo.

Como exemplo temos entre outras, as transformações do agronegócio com o aproveitamento mais eficiente dos recursos naturais, a ampliação das técnicas de Gestão de Risco incluindo a variável ambiental e o advento da Indústria 4.0, reduzindo desperdícios e tornando a atividade industrial mais limpa.

Em todos esses movimentos, é possível identificar oportunidades para o desenvolvimento sustentável.

Elas estão ocorrendo e exigem decisões que não podem ignorar o imperativo das demandas ambientais.

O propósito de todo o esforço empregado na educação ambiental é gerar conhecimento capaz de reduzir o impacto que as interações humanas provocam no meio-ambiente, considerando neste contexto as demandas sociais por desenvolvimento.

Você quer ser um especialista neste tema?

A Fundação Instituto de Administração (FIA) tem um programa de Pós-Graduação na Gestão Estratégica da Sustentabilidade.

Esse é um curso de 460 horas com uma temática interdisciplinar que conecta academia, empresas, governo e organizações do terceiro setor, promovendo uma formação diversificada e altamente qualificada.

Existe também a possibilidade de especializar-se ainda mais, tornando-se mestre no tema.

O Mestrado Profissional em Gestão de Negócios possui uma linha de pesquisa com foco em mercados e geração de valor, o que permite a inclusão do tema ambiental e a sustentabilidade.

O desenvolvimento da importância do tema na consciência das pessoas já é o primeiro passo para a ação, e existe espaço para todos trabalharem por essa causa.

Se envolva você também, estude, crie e compartilhe conhecimento.

Se cada um de nós fizer um pouco mais, o efeito será benéfico para o tempo presente e, muito mais, para as gerações futuras.

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